Foto: BGS/Divulgação
Olá, comunidade geek! A Brasil Game Show (BGS) 2025 chegou ao fim neste fim de semana!
E, como sempre, a feira foi um turbilhão de emoções, com grandes anúncios, a presença ilustre de Hideo Kojima e filas enormes para testar as novidades.
No entanto, aqui na nossa redação, não pudemos deixar de notar a ausência de alguns gigantes que sempre foram figurinhas carimbadas nos corredores do evento.
Uma nova fase
A BGS deste ano, que prometia uma “nova fase”, de fato apresentou um cenário diferente.
O grande problema é que nem todas as mudanças foram recebidas com entusiasmo.
Nesse sentido, a falta de estandes icônicas deixou um vazio para muitos visitantes, que esperavam encontrar suas marcas favoritas.
Pensando nisso, nós da Miss TV preparamos um resumo do que mais fez falta nesta edição da maior feira de games da América Latina.
1. PlayStation e Xbox: Os Grandes Desfalques da Edição

A ausência mais sentida, sem dúvida, foi a da dupla que protagoniza a “guerra dos consoles”.
Tanto a Sony, com seu PlayStation, quanto a Microsoft, com o Xbox, optaram por não marcar presença com estandes próprios na BGS 2025.
Aliás, a decisão, que parece ter partido das próprias empresas, deixou órfãos os fãs que aguardavam ansiosamente para testar os próximos grandes lançamentos.
Além, é claro, de sentir nas mãos os novos modelos de consoles e acessórios.
Ademais, a falta da Microsoft também significou a ausência de um de seus maiores trunfos: Minecraft.
O popular jogo de blocos, que costumava atrair multidões de todas as idades, não teve um espaço dedicado.
Logo, isso representou uma baixa significativa para o público mais jovem e familiar do evento.
2. Panini: O Vazio nas Páginas dos Quadrinhos e Colecionáveis

Outra ausência notável foi a da Panini.
A maior editora de HQs e mangás do país, e responsável por álbuns de figurinhas que são uma febre entre o público geek, não teve sua tradicional estande.
Nesse sentido, para os colecionadores e amantes da cultura pop, a falta da Panini significou menos oportunidades de encontrar novidades, completar coleções e adquirir itens exclusivos do evento.
A decisão da editora de não participar da BGS 2025 pode indicar uma mudança de estratégia.
Isto é, com um possível foco em eventos mais segmentados do universo dos quadrinhos e da cultura pop.
Uma falta muito significativa!
3. Logitech, Corsair e KaBuM!: O Setor de Hardware Sente o Golpe

Antes de mais nada, o público que frequenta a BGS não é formado apenas por jogadores de console.
Assim, podemos afirmar que comunidade de PC gamers também marca presença em peso, sempre em busca das últimas novidades em hardware e periféricos.
Por isso, a ausência de marcas de peso como Logitech e Corsair foi bastante sentida.
Estandes dessas empresas eram paradas obrigatórias para quem queria testar mouses, teclados, headsets e outros equipamentos de ponta.
A falta da KaBuM!, a gigante do e-commerce de tecnologia no Brasil, também foi um baque.
A loja, que tradicionalmente realizava grandes promoções e ações de marketing durante o evento, deixou uma lacuna para os consumidores que esperavam aproveitar a BGS para fazer boas compras.
Além disso, a ausência conjunta dessas empresas, que são pilares do mercado de hardware e e-commerce gamer, sugere uma reavaliação do retorno de investimento que a feira oferece para este setor.
BGS 2025 valeu a pena?

Apesar da falta de grandes marcas e a mudança de local, o saldo da BGS deste ano foi positivo.
Enquanto a Nintendo se destacou com um espaço robusto e diversas atrações, a ausência de suas principais concorrentes levanta questões sobre as estratégias de marketing das gigantes dos consoles para o mercado brasileiro.
Estaríamos vendo uma mudança de foco, com as empresas preferindo eventos próprios ou um contato mais direto com o público através de plataformas online?
Inegavelmente, a BGS, que sempre foi um palco para essa disputa saudável, sentiu o impacto.
Apesar da feira ter seus méritos e proporcionar momentos inesquecíveis para muitos, ausências de marcas tão icônicas deixam um alerta para a organização e para o mercado.
Conclusão
O evento continua sendo a maior vitrine do mundo dos games na América Latina, mas a paisagem está mudando.
Portanto, será interessante observar como a BGS se adaptará a essa nova realidade nos próximos anos.
E você, caro leitor, sentiu falta de alguma outra marca na feira? Conte para nós nos comentários!
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Escrito por: Bruno Mierzwa
Bruno Mierzwa, 38, é especialista em uma coisa: entender o hype. Com um background em Letras e experiência no Google, ele sabe como transformar conteúdo em conversas.
Nascido em Osasco (SP), seu radar de tendências é calibrado por horas de imersão em filmes, séries, animes e games. É essa paixão que o permite criar estratégias que não apenas alcançam o público, mas que realmente se conectam com a comunidade.
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