Foto: Divulgação
ESQUEÇA SEU SOCIAL LIFE! THE WAYWARD REALMS É A VOLTA DOS MITOS RPG QUE VOCÊ SEMPRE SONHOU!
E aí, Galera Gamer! O Herói aqui está de volta e, sinceramente, mal consigo parar de roer as unhas.
O motivo? Porque tem um projeto no horizonte que está me fazendo sentir como um moleque de novo, esperando o caminhão de entrega do SNES em 1995!
Um RPG viciante
Sabe quando a gente fala dos bons e velhos tempos dos RPGs de fantasia?
Aqueles jogos onde você se perdia por dias e dias, e suas escolhas realmente importavam.
Pois é. A galera da OnceLost Games, liderada por ninguém menos que Ted Peterson e Julian LeFay – sim, os caras por trás do lendário The Elder Scrolls: Arena e Daggerfall – está cozinhando algo gigantesco: The Wayward Realms.
O papo aqui não é só mais um RPG; é a promessa de um Gran RPG que pode virar a mesa do gênero! Se eles conseguirem, vamos todos precisar de férias (ou ser demitidos) para jogar isso!
A Experiência Central (Gameplay)

Se você esperava um mapa que dá para atravessar a pé em 15 minutos, pode esquecer, pois a ambição aqui é de botar medo.
Assim, The Wayward Realms se passa no Arquipélago, um mapa que o estúdio jura ser muito maior do que qualquer game que você possa pensar.
Estamos falando de mais de cem ilhas em escala realista, cheias de facções disputando cada pedacinho de terra, tipo Game of Thrones misturado com Piratas do Caribe, só que com mais magia e menos Johnny Depp (eu acho).
O foco é o RPG das antigas, aquele que te dá liberdade total.
Quer ser um mago caótico que conjura galinhas explosivas? Parece que você pode!
Os devs prometem uma criação de personagem tão fora da caixa que você pode criar alguém realmente, realmente fora do padrão.
Mas o que me pega mesmo é a Magia.
Nesse sentido, esqueça a lista de magias pré-prontas!
O plano é ter um sistema altamente customizável onde você precisará aprender e criar seus próprios feitiços.
Isso é ouro puro para quem gosta de quebrar o jogo com builds malucas.
Logo, é o sonho de todo jogador de RPG: ser um alquimista insano ou um conjurador que mal sabe o que está invocando.
O Mundo e a Imersão (Arte e Som)

O mundo do Arquipélago é descrito como tendo um visual de fantasia medieval familiar, mas que, se você cavar um pouco, revela uma lore profunda e diferenciada.
Aliás, a beleza de ter mais de cem ilhas é a promessa de biomas e culturas absurdamente variadas, o que significa que nunca ficaremos entediados com a paisagem.
Sobre os gráficos, eles não estão focando apenas em ser “o jogo mais realista de todos”.
Assim, a conversa é sobre ter um estilo de arte distinto.
Isso me anima, porque prefiro um jogo que tenha um vibe consistente e único – como The Witcher 2 (que tem gráficos ótimos, mas um estilo próprio) – a um que só tenta ser fotorealista e não acerta.
Portanto, o importante é que a imersão nos faça sentir que estamos realmente viajando por essas ilhas, lidando com as dezenas de facções que estão por lá, cada uma com seus próprios problemas e agendas.
PC da NASA? Nem Precisa! (E o Sonho do Switch)

Agora, segura essa que é para quem ainda não vendeu o rim para comprar uma RTX de última geração.
Uma das melhores notícias sobre The Wayward Realms é que ele não quer ser apenas um “benchmark” para fritar sua placa de vídeo.
Ou seja, como o foco dos devs está na geração procedural inteligente e em uma direção de arte estilizada (e não naquele fotorrealismo pesado que exige 40GB de VRAM), a promessa é que o jogo seja incrivelmente escalável.
Isso significa que você provavelmente não vai precisar de um super PC moderno para curtir essa aventura épica.
Logo, a ideia é que a imersão venha da profundidade do mundo, não de reflexos em 8K que ninguém nota.
E tem mais: essa otimização toda abriu portas para um rumor que está deixando a galera do portátil ouriçada.
Com essa pegada de “rodar leve”, existe uma chance real e discussões sobre uma versão para Nintendo Switch (ou seu sucessor)!
Imaginou? Levar um RPG gigantesco, com centenas de ilhas e liberdade total, para jogar no ônibus ou deitado na cama?
Se isso se confirmar, será o adeus definitivo à nossa produtividade!
A Trama

Certamente, aqui é onde o pedigree dos criadores brilha mais forte.
Os caras que basicamente inventaram a liberdade de escolha nos RPGs voltaram com uma filosofia de design que promete que suas decisões terão grandes consequências em um nível nunca antes visto.
Não se trata apenas de salvar o mundo (embora provavelmente você terá que fazer isso em algum momento).
A verdadeira trama será tecida pelas suas interações com as dezenas de facções que disputam o controle do Arquipélago.
Você vai manipular reinos? Trair alianças? Virar um rei-pirata? A narrativa é feita para ser uma experiência de “e se…”, onde o seu roleplay é o motor da história.
Portanto, é o tipo de jogo onde a história que você conta para seus amigos no dia seguinte é totalmente diferente da história que eles estão vivenciando.
Isso é o ápice da narrativa em um RPG, e se eles entregarem metade disso, já será um sucesso épico!
Enfim, The Wayward Realms não é um jogo para os fracos de coração, mas sim para quem ama o caos e a liberdade desenfreada dos RPGs old-school.
É a equipe original de lendas de The Elder Scrolls dizendo: “A gente ainda sabe como é que faz!”
O Hype é justificado?
Sim. A ambição de criar um mundo gigantesco, com um sistema de magia flexível e consequências narrativas massivas, faz deste o RPG de fantasia que devemos ter no radar.
É um projeto indie da OnceLost Games, então o desenvolvimento pode ser uma montanha-russa, mas os nomes envolvidos dão uma confiança enorme.
Quando jogaremos?
A espera é tensa. A meta atual dos desenvolvedores é lançar o Acesso Antecipado (Early Access) no final de 2025, mas já há quem espere para o início de 2026.
O importante é que ele está chegando no PC, e eu já estou limpando a poeira do meu setup para o dia em que o Arquipélago nos chamar!
Se você gosta de RPGs onde você pode realmente se tornar o que quiser, com o mapa que parece que foi desenhado por um louco, adicione The Wayward Realms à sua Lista de Desejos AGORA.
Fiquem ligados para mais novidades!
Agora, com licença, vou planejar minha build de Mago-Guerreiro-Bardo-Alquimista que só usa um sapato… porque eu posso.
VALEU, E BOM JOGO!
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Nota do Game:

Escrito por: Bruno Mierzwa
Bruno Mierzwa, 38, é especialista em uma coisa: entender o hype. Com um background em Letras e experiência no Google, ele sabe como transformar conteúdo em conversas.
Nascido em Osasco (SP), seu radar de tendências é calibrado por horas de imersão em filmes, séries, animes e games. É essa paixão que o permite criar estratégias que não apenas alcançam o público, mas que realmente se conectam com a comunidade.
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