Foto: Divulgação
E aí, gamers! Já imaginou um RPG ambicioso? Pois bem, o Arknights: Endfield é isso e muito mais!
Aliás, esquece aquela gacha que você adora: se o seu coração bateu forte por Arknights, prepare-se, porque a Hypergryph está fazendo a curva de 180 graus mais ambiciosa do ano.
Sério, o que aconteceu aqui?
Uma Experiência Única
Eles pegaram a vibe distópica e os Operadores carismáticos e tacaram tudo num universo 3D de tirar o fôlego!
É como se Genshin Impact tivesse um filho estratégico com o elemento de gerenciamento de Factorio, tudo sob uma pegada sci-fi-apocalíptica.
Pega a pipoca, porque este é o novo RPG de Ação Tático que você vai viciar até 2026.
Sim, você leu certo!
Apesar da espera ser longa, com previsão para o início de 2026, o RPG vai valer a pena!
Combate Turbo e Gerenciamento de Base
O coração de Endfield é o seu Gameplay, e é aqui que o jogo brilha.
Nesse sentido, esquece o mapa em formato de torre de defesa do original, agora a parada é um Action RPG 3D em tempo real.
Você não joga com um herói, mas com um esquadrão de até quatro Operadores no campo, podendo trocar entre eles instantaneamente, tipo um tag-team de luta.

Assim, o combate é rápido, mas com uma camada estratégica que me lembrou muito a série Tales of ou um Star Ocean modernizado.
A grande sacada é o sistema de Combo Skills.
Isto é, ataques combinados que você ativa com o seu time.
É aquela sensação de “eu sou o mestre do tempo e espaço” quando você acerta a sequência perfeita para estourar o HP do chefe.
Se você não usar o seu time como uma unidade tática, vai passar sufoco.
Logo, nada de dar spam no mesmo botão aqui, pessoal!
O diferencial de Arknights: Endfield
Mas o diferencial que me fez coçar a cabeça e dizer “WTF?” é a parte de Gerenciamento de Base, no melhor estilo Age of Empires.
Enquanto você está lá fora explorando o planeta inóspito de Talos-II, sua base está se construindo.
Portanto, é um sistema de construção e gerenciamento de recursos automatizado que você precisa otimizar.
Você literalmente constrói fábricas e linhas de produção para craftar itens e melhorias.
Ou seja, é o tipo de coisa que atrai o gamer que ama a organização e eficiência, transformando sua base no QG mais futurista e bem gerido da galáxia.
O Mundo e a Imersão
Em termos de imersão, Endfield dá um salto quântico.
Ou seja, o estilo visual é um banquete para os olhos: um visual anime 3D de altíssima qualidade que pega o melhor do cell-shading e o transforma em algo épico.
Além disso, a equipe de arte da Hypergryph, com gente da Academia de Arte da China, fez um trabalho de mestre, criando Operadores que são instantaneamente carismáticos e designs que te fazem babar (olá, Liduke, suas artes são lindas!).
Quanto ao planeta Talos-II, ele é uma estrela à parte.
É um cenário de ficção científica brutal, mas lindo, com vastas áreas inexploradas, ruínas tecnológicas e, claro, as ameaças exclusivas que só existem por lá.
Aliás, é um pós-apocalipse de luxo, sabe?
Você sente o peso da história de um planeta que passou por uma catástrofe, mas vê a promessa de um futuro brilhante nos traços impecáveis dos personagens.
A trilha sonora, por sua vez, deve seguir a tradição do primeiro jogo, entregando aquele som orquestral e eletrônico que te transporta para um mundo épico.
A Trama: O Mistério de 500 Anos-Luz

Inegavelmente, narrativa de Arknights: Endfield é o que amarra tudo.
Assim, o game se passa cerca de 500 anos após os eventos do Arknights original.
Pense na Rhodes Island como uma lenda antiga.
Apesar de ter uma missão aparentemente simples, você assume o papel do Endministrator (também chamado de “Protótipo”), que desperta em Talos-II.
E, assim, a sua função é supervisionar as operações da Endfield Industries e guiar a expansão da civilização neste planeta selvagem.
E quem é Talos-II?
Talos-II é um mistério.
Isto é, um lugar que foi colonizado e depois abandonado, forçando a humanidade a recomeçar.
O enredo se concentra justamente na sua jornada para entender a tecnologia do planeta, enfrentar as ameaças locais (que são diferentes de tudo que os fãs viram na Terra).
Além de tentar, literalmente, reativar o lugar.
Há menções a personagens clássicos, como a Angelina, o que gera aquele fan service gostoso de teorias sobre o que aconteceu em meio milênio.
Portanto, é uma história de reconstrução em uma fronteira perigosa e eu mal posso esperar para desvendar cada segredo desse novo universo.
O Gacha-Killer que Precisamos?

Arknights: Endfield é, sem dúvida, o projeto mais ambicioso que a Hypergryph poderia ter lançado.
É um RPG 3D de mundo aberto?
Não exatamente, mas é uma enorme zona de exploração com a profundidade tática de um RPG de ação e a satisfação de gerenciamento de um simulador.
A quem eu recomendo?
- Fãs de Arknights: É obrigatório. Você vai ver o universo que ama com uma perspectiva totalmente nova, 500 anos no futuro.
- Fãs de RPG de Ação Tático (e Gacha): Se você gosta de jogos como Genshin Impact ou Honkai: Star Rail (pela qualidade visual), mas sente falta de uma pegada tática mais complexa e ama construção de base, esse é o seu jogo. O combate de esquadrão com Combo Skills é um diferencial gigante.
- Para quem ama Sci-Fi com waifus e husbandos carismáticos: A qualidade artística é de alto nível, e o cenário de Talos-II é fascinante.
A espera até 2026 vai ser longa, mas com o que vimos nos testes Beta, Endfield tem potencial para ser um monstro no seu gênero.
Em suma, a Hypergryph está elevando o sarrafo do que um RPG de ação gacha pode ser.
Corram para a pré-inscrição, porque a aventura em Talos-II nos espera!
E você, está pronto para embarcar nessa nova aventura?
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Nota do Game:

Escrito por: Bruno Mierzwa
Bruno Mierzwa, 38, é especialista em uma coisa: entender o hype. Com um background em Letras e experiência no Google, ele sabe como transformar conteúdo em conversas.
Nascido em Osasco (SP), seu radar de tendências é calibrado por horas de imersão em filmes, séries, animes e games. É essa paixão que o permite criar estratégias que não apenas alcançam o público, mas que realmente se conectam com a comunidade.
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