Foto: Divulgação
Alta missão secreta, vamos lá!
E aí, Herói Gamer na área! Call of Duty: Black Ops 7 chegou! E como chegou!
Quem aí já está com a mão formigando e o controle implorando por ação?
Porque, meus amigos, acabei de sair do front do jogo e, olha, eu preciso desabafar tudo com vocês!
É como ter acabado de ver um filme de ação com reviravoltas que te fazem soltar um “MAS O QUÊ?!” a cada 10 minutos.
Então, pega sua Mountain Dew, seu salgadinho favorito e bora mergulhar nessa análise fresquinha de um dos lançamentos mais esperados do ano!
Afinal a Vingança de Menendez: Call of Duty: Black Ops 7 Chegou Chutando a Porta do Futuro!
De volta ao futuro (e ao passado)!

Sério, pessoal, quem diria que a gente estaria em 2025, com o Black Ops 7 já nas nossas mãos.
E detalhe: só três dias depois do lançamento oficial (14 de novembro!)?
Eu mal pisquei e já estava com o download feito, pronto para ver o que a Treyarch e a Raven Software (com uma ajudinha da galera da Beenox, Sledgehammer, e mais um monte, tipo uma Liga da Justiça dos games!) aprontaram para a gente depois de Black Ops 6.
Lembro que o último me deixou pensando no que viria.
E, agora, a gente foi jogado lá pra 2035, uma década depois de Black Ops 2, com o mundo numa beirada do caos que só a franquia Black Ops sabe fazer!
A Experiência Central

Então, bora falar da carne, do arroz com feijão, do que realmente faz a gente voltar para a batalha: a jogabilidade!
Inegavelmente, Black Ops 7 traz aquele DNA clássico de CoD, mas com um tempero futurista que te faz sentir o próprio Neo do Matrix.
O “Omni Movement System” é a grande estrela aqui, permitindo que você corra, mergulhe e deslize em qualquer direção.
Nesse sentido, é como ter superpoderes de agilidade na ponta dos dedos e isso muda tudo nos tiroteios frenéticos!
Ou seja, você se sente um verdadeiro ninja, desviando de balas e flanqueando inimigos de formas que antes eram impossíveis.
Uma estrutura digna de Call of Duty: Black Ops 7
O modo Multijogador explodiu de cara com 16 mapas 6v6 e dois mapas 20v20, um prato cheio para todo tipo de jogador.
E, digo mais, os mapas estão melhores que os do Black Ops 6!
Assim, nada de ficar entediado com os mesmos corredores; estamos falando de paisagens futuristas de Tóquio a ermos congelados no Alasca.
Ah, e preparem-se para um aviso chato que aparece quando você tenta sair de uma partida ruim:
“Deixar o jogo resultará na perda do seu Bônus de XP da Partida.”
É um lembrete sutil para não ser um rage-quitter!
E o que seria de Black Ops sem os Zumbis?
O modo lendário está de volta, nos jogando no coração do Dark Aether, um inferno sempre em mutação.
Portanto, é o maior mapa de Zumbis baseado em rodadas da história de Black Ops.
Preparem-se para hordas e mais hordas de mortos-vivos!
Já estou imaginando as noites viradas para descobrir todos os segredos.
O futuro é bonito (e assustador!)

Visualmente, Black Ops 7 é um espetáculo.
Rodando no PS5, Xbox Series X/S e PCs de última geração (sim, com a exigência de TPM 2.0 e Secure Boot, PC Gamers, fiquem espertos!), o jogo te transporta para 2035 com gráficos de cair o queixo.
Desde os telhados neon de cidades futuristas do Japão até a costa do Mediterrâneo, cada ambiente é riquíssimo em detalhes.
Além disso, o direção de arte consegue equilibrar o futurismo tecnológico com a crueza da guerra, criando uma atmosfera única.
E o som, meus amigos, o som!
Cada tiro, cada explosão, cada sussurro de um zumbi se aproximando é de arrepiar.
Assim, a trilha sonora pulsa junto com a ação, te mantendo no limite da cadeira.
É o tipo de jogo que você precisa jogar com um bom headset para absorver tudo que o design de áudio tem a oferecer.
Ou seja, a imersão é total, te fazendo sentir parte do esquadrão de elite de David Mason.
A Voz da Lenda: David Mason Fale em Português!
E por falar em imersão e som que arrepiam, a gente tem que tirar o chapéu para a dublagem brasileira em Call of Duty: Black Ops 7.
Nesse sentido, para os fãs mais atentos, o retorno de David Mason não veio só com novos gráficos, mas com a voz inconfundível do mestre Guilherme Briggs!
Briggs, que já deu vida a ícones como Superman, Buzz Lightyear e o Optimus Prime, empresta seu talento e peso dramático ao protagonista.
A escolha, portanto, eleva o nível da campanha, garantindo que cada ordem, cada desabafo e cada momento de tensão de Mason chegue ao jogador com a força e a credibilidade que a trama exige.
É um detalhe que faz toda a diferença para o público brasileiro, conectando a gente de forma ainda mais profunda à saga de Menendez e ao universo Black Ops.
Afinal, é a prova de que a dublagem, quando bem-feita, não é só uma tradução, é uma recriação artística que potencializa a experiência.
Menendez está de volta… ou não?

Vamos aos fatos: a campanha de Black Ops 7 te joga em 2035, com o mundo à beira do colapso após os eventos de Black Ops 2 e Black Ops 6.
Assim, você assume o controle de David Mason, liderando uma unidade JSOC numa investigação que pode mudar tudo.
Como a aparente volta do temido terrorista Raul Menendez.
Além disso, o enredo é jogável em single-player ou no inovador modo co-op, que tenta redefinir a experiência de Black Ops.
Quanto a narrativa, ela é cheia de reviravoltas e mergulha fundo na guerra psicológica.
O que explora os cantos mais obscuros da psique humana.
Enfim, é uma viagem de alta tensão, com missões que vão dos combates urbanos à infiltração em instalações secretas.
Embora a campanha co-op tenha alguns problemas em relação à campanha single-player de Black Ops 6, a busca para desvendar o mistério de Menendez te prende do início ao fim.
É Black Ops no seu auge (e futuro)!

Mas será que vale a pena entrar de cabeça em Call of Duty: Black Ops 7?
Se você é fã da franquia Black Ops e curte uma boa dose de tiro em primeira pessoa com uma história cheia de paranoia e reviravoltas, a resposta é um sonoro SIM!
Com uma campanha co-op inovadora, um multiplayer viciante com um sistema de movimento revolucionário e o modo Zumbis mais ambicioso até agora, Black Ops 7 entrega uma experiência completa.
E o melhor: se você for assinante do Xbox Game Pass Ultimate ou PC Game Pass, o jogo está disponível no lançamento!
Portanto, é um jogo que celebra a história da série, trazendo de volta elementos amados como o sistema de Prestige clássico e mapas remasterizados como Standoff e Meltdown na Season 1 (que chega em 4 de dezembro!), ao mesmo tempo em que se arrisca no futuro.
Pode não ser perfeito, mas Call of Duty: Black Ops 7 é um jogaço que vai te manter acordado até altas horas.
Agora, se me dão licença, o Menendez não vai se pegar sozinho! Bora lá!
E você, está pronto para embarcar nessa missão?
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Nota do Game:

Escrito por: Bruno Mierzwa
Bruno Mierzwa, 38, é especialista em uma coisa: entender o hype. Com um background em Letras e experiência no Google, ele sabe como transformar conteúdo em conversas.
Nascido em Osasco (SP), seu radar de tendências é calibrado por horas de imersão em filmes, séries, animes e games. É essa paixão que o permite criar estratégias que não apenas alcançam o público, mas que realmente se conectam com a comunidade.
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