Foto: Getty Images
O thriller nuclear A House of Dynamite marca o retorno triunfal da cineasta Kathryn Bigelow.
Depois de oito anos longe das câmeras, a vencedora do Oscar voltou ao cinema com força total!
Nesse sentido, o seu novo filme estreou no Festival de Veneza, conquistando uma das recepções mais calorosas do evento.
Com uma ovação de pé que durou entre 11 e 13 minutos no histórico Teatro Sala Grande, o longa já é visto como um forte candidato ao Oscar 2026.
A House of Dynamite no Festival de Veneza
O longa traz Idris Elba no papel do presidente dos Estados Unidos, ao lado de Rebecca Ferguson e Greta Lee.
Anthony Ramos, Jared Harris, Tracy Letts e Gabriel Basso, entre outros nomes de peso também fazem parte do novo filme de Bigelow.
Aliás, durante a exibição, o público não conteve o entusiasmo: gritos de “Bigelow! Bigelow!” ecoaram pela sala, enquanto Ferguson retribuía com beijos e aplausos.
Um thriller político explosivo

A trama começa quando um míssil não identificado é lançado contra os EUA.
Isso acaba obrigando a Casa Branca a lidar com a iminência de uma catástrofe nuclear.
O roteiro, assinado por Noah Oppenheim, mergulha o espectador em corredores de poder e salas de situação.
Desta forma, cada segundo pode significar o início do fim.
Aliás, o crítico Pete Hammond, do Deadline, definiu o filme como “um alerta, um banho frio, um acerto de contas e uma conquista cinematográfica infernal”.
Para ele, a força da narrativa está justamente no fato de que o cenário apresentado “é tão plausível que a questão não é se isso poderia acontecer, mas quando”.
Já o The Guardian deu nota máxima ao longa, chamando-o de “um procedimento de pesadelo imaculadamente construído”.
Por fim, a BBC destacou a “tensão excruciante” que só Bigelow consegue criar, enquanto o Daily Telegraph o descreveu como “um thriller arrepiante e afiado como uma lâmina”.
O olhar de Bigelow sobre armas nucleares

Em coletiva de imprensa no Festival de Veneza, Bigelow explicou por que decidiu dirigir A House of Dynamite:
“Espero que o filme seja um convite para decidir o que fazer com todas essas armas. Minha resposta seria iniciar uma redução no estoque nuclear. Como aniquilar o mundo pode ser considerado uma boa medida defensiva?”
A cineasta acrescentou ainda:
“Talvez um dia consigamos reduzir o arsenal global, mas enquanto isso estamos realmente vivendo em uma casa de dinamite.”
As expectativas de A House of Dynamite
A House of Dynamite é o primeiro longa de Bigelow desde Detroit (2017).
Além disso, marca sua parceria com a Netflix, onde o filme estará disponível a partir de 24 de outubro, após a estreia nos cinemas em outubro.
O projeto, produzido por Greg Shapiro, Bigelow e Noah Oppenheim, já desponta como um dos destaques da temporada de premiações.
Logo, muitos críticos já estão prevendo que o filme será lembrado no Oscar.
E você, está preparado para encarar esse suspense nuclear eletrizante?
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