Foto: IMDB
Prepare-se para embarcar em uma jornada mágica e emocionante por Oz! O aguardado filme Wicked – Parte 1 finalmente chegou aos cinemas, trazendo uma nova perspectiva sobre a história que conhecemos do clássico O Mágico de Oz.
Mas dessa vez, o foco não está em Dorothy, e sim em duas bruxas que marcaram a nossa infância: Elphaba, a Bruxa Má do Oeste, e Glinda, a Bruxa Boa do Norte.
A adaptação do grande sucesso da Broadway promete ser um fenômeno de bilheteria. E nós da Miss TV já assistimos.
Será que o filme é tão bom, ou melhor, que o musical? Continue lendo para saber!
A Magia de Oz como você nunca viu antes
A trama de Wicked nos transporta para um tempo antes da chegada de Dorothy em Oz.
Conhecemos Elphaba, uma jovem inteligente e independente, com uma pele verde que a torna diferente dos outros.

Ela é enviada para a Escola para Meninas de Shiz e lá conhece Galinda, que mais tarde se tornaria Glinda.
Galinda é o oposto da Elphaba. Ela é uma garota popular e bela, e bastante fútil.
A amizade improvável entre as duas se desenvolve, mas é marcada por desafios e conflitos, que as levam a tomar caminhos diferentes.
A produção de Wicked – Parte 1 é grandiosa e repleta de detalhes.
Os cenários exuberantes, os figurinos elaborados e as coreografias impecáveis transportam o público para um mundo mágico e colorido.
A Magia Visual de Wicked
Um dos aspectos mais comentados sobre o filme Wicked é, sem dúvida, sua estética visual deslumbrante.
A produção cinematográfica conseguiu capturar a magia e o encanto do musical da Broadway, transportando o público para um mundo fantástico e colorido.
Os cenários de Oz são retratados com uma riqueza de detalhes que nos fazem sentir como se estivéssemos realmente naquela terra mágica.
A estética de Wicked é mágica
A Cidade Esmeralda, a Floresta Encantada e a Escola para Meninas de Shiz são apenas alguns exemplos de cenários que impressionam pela beleza e pela criatividade.
Além disso, não podemos negar que os figurinos dos personagens são um show à parte.
Cada detalhe, desde as roupas de Elphaba até os trajes de Glinda, são cuidadosamente elaborados para transmitir a personalidade e a história de cada personagem. A maquiagem verde de Elphaba é especialmente marcante, tornando-a uma figura única e memorável.
E o que falar sobre os efeitos visuais? Simplesmente magníficos!
Utilizados para criar momentos mágicos e espetaculares, como o voo de Elphaba sobre a Cidade Esmeralda, os efeitos visuais contribuem para a atmosfera mágica do filme.
Com coreografias impecáveis, cada número musical torna-se um verdadeiro espetáculo.
- Leia também: Broadway – A Magia Dos Musicais No Cinema
Cynthia Erivo e Ariana Grande
Jon M. Chu (Podres de Ricos) mais uma vez prova seu talento para transformar grandes produções em espetáculos visuais deslumbrantes.
Em Wicked – Parte 1, o diretor consegue contar a história da Bruxa Má do Oeste sob uma nova perspectiva.

E é justamente nisso que o filme consegue fazer a diferença. Com atuações brilhantes e memoráveis de Cynthia Erivo e Ariana Grande, o longa consegue nos conectar com a história de Elphaba e Galinda.
Cynthia Erivo interpreta Elphaba com maestria, entregando uma performance poderosa e emocionante. Sua voz marcante e sua presença de palco cativam o público e nos fazem torcer por sua personagem.
Já Ariana Grande, no papel de Galinda, encanta com sua doçura e talento vocal. Sua interpretação da personagem, inicialmente superficial e egocêntrica, evolui ao longo da história, revelando uma jovem em busca de sua própria identidade.
Aliás, a química entre as duas atrizes é palpável e contribui para a intensidade da história.
O filme em si
Wicked – Parte 1 consegue levar o telespectador para a terra mágica de Oz. E é um filme divertido e esteticamente perfeito.
O grande inimigo do longa é a sua duração. Wicked tem quase três horas, o que acaba fazendo com que a narrativa se torne um pouco densa em alguns momentos.
Nesse sentido, certas cenas poderiam ter sido resumidas ou eliminadas. Sabemos que adaptar uma obra para outro formato exige sacrifícios e ajustes, e o filme falha nesse quesito. o que nem sempre é plenamente realizado aqui.
Muitos personagens ficaram esquecidos
Por mais que o arco dos personagens seja convincente e bem explorado na maior parte do tempo, existem algumas sequências que parecem se arrastar sem adicionar muito à trama principal. Isso acaba prejudicando o ritmo do filme, o que pode cansar o público menos paciente.

Alguns personagens secundários, que poderiam ter sido mais desenvolvidos (como o caso do Fiyero, acabam sendo ofuscados por cenas extensas que não contribuem tanto para o enredo. Isso é uma pena, já que o universo de Oz é rico em detalhes e personagens interessantes que merecem destaque.
A decisão de manter cenas que expandem o contexto da história é compreensível, pois oferece aos fãs da obra original uma experiência mais completa. No entanto, é necessário encontrar um equilíbrio entre manter fidelidade ao material e oferecer uma narrativa fluida e envolvente para o público em geral.
A trilha sonora, um dos pontos fortes inegáveis do filme, consegue equilibrar momentos de grandeza e intimidade, proporcionando respiros emocionais necessários entre os clímax visuais.
Contudo, a tentativa de se manter fiel ao material original leva a um acúmulo de informações que, a certa altura, poderia ser simplificado para manter a obra mais dinâmica e envolvente.
Mesmo assim, o filme consegue encantar e levar o público para a magia de Wicked e tudo o que representa.
Wicked – Parte 1 desafia a gravidade?
Wicked – Parte 1 consegue capturar a essência do aclamado musical da Broadway, transportando o público para o fascinante mundo de Oz.
Com um elenco estelar e um design de produção impressionante, o filme não deixa nada a desejar em relação à sua fonte teatral.
A trilha sonora, com músicas inesquecíveis como “Defying Gravity” e “Popular”, é outro ponto alto do filme.
As canções, assim como no musical, são carregadas de emoção e ajudam a aprofundar os sentimentos e as motivações dos personagens.
Cada número musical é cuidadosamente coreografado e filmado, proporcionando uma experiência cinematográfica que honra o espetáculo original.
O diretor consegue manter a essência vibrante e mágica de Oz, enriquecendo a narrativa com visuais deslumbrantes e efeitos especiais inovadores.
Wicked é um filme que vai te emocionar, te fazer refletir e te mostrar que as histórias que conhecemos podem ter muito mais a nos contar.
E, no final, você estará viciada na história e cantando as canções por todo lugar!
O que você achou de Wicked – Parte 1? Compartilhe sua opinião nos comentários!
E não se esqueça de seguir a Miss TV nas redes sociais!
Nota da Miss TV:
Descubra mais sobre Miss TV
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

1 thought on “Crítica da Miss: Wicked e a Magia do Musical”