Foto: Divulgação
Entre 27 de agosto e 6 de setembro, o 82º Festival de Cinema de Veneza chegará para mostrar a força do cinema mundial.
Assim, reunindo grandes astros de Hollywood, cineastas premiados e novas vozes da sétima arte, o festival tem tudo para entrar para a história.
Sob a curadoria de Alberto Barbera, a programação promete equilíbrio entre megaproduções e obras autorais, com uma seleção que soma quase 200 títulos e maratonas de filmes que ultrapassam facilmente as duas horas de duração.
Os grandes destaques da competição pelo Leão de Ouro

Entre os 21 filmes que disputam o Leão de Ouro, os holofotes recaem sobre Frankenstein, de Guillermo del Toro e Bugonia, de Yorgos Lanthimos.
Com Jacob Elordi, Oscar Isaac e Mia Goth em uma releitura sombria do clássico literário, Frankenstein tem tudo para ser o grande destaque do festival.
Já a parceria renovada entre Lanthimos, Emma Stone e Jesse Plemons promete apresentar uma comédia de humor ácido.
Outro título que vem chamando atenção é The Smashing Machine, de Benny Safdie, produzido pela A24, com Dwayne “The Rock” Johnson em um papel dramático como o campeão de MMA Mark Kerr, e Emily Blunt como sua esposa, Dawn.
Demais destaques no Festival de Veneza
A lista também inclui Jay Kelly, comédia dramática dirigida por Noah Baumbach e estrelada por George Clooney e Adam Sandler, além de A House of Dynamite, novo thriller de Kathryn Bigelow.
A programação traz ainda obras de cineastas renomados como Jim Jarmusch (Father Mother Sister Brother), François Ozon (L’Étranger), Park Chan-wook (No Other Choice) e Olivier Assayas (The Wizard of the Kremlin).
Apesar da presença da atriz brasileira Fernanda Torres no júri oficial, presidido por Alexander Payne, a edição deste ano não terá produções brasileiras na competição principal.
Estrelas e títulos que brilham fora da competição
Fora da disputa, o festival reserva espaço para grandes estreias e documentários que prometem movimentar o tapete vermelho.
Entre os destaques, After the Hunt, de Luca Guadagnino, com Julia Roberts, Andrew Garfield e Ayo Edebiri, promete repercussão por seu tom psicológico e ecos do movimento #MeToo.
Enquanto que Gus Van Sant retorna com Dead Man’s Wire, estrelado por Bill Skarsgård, e Mads Mikkelsen lidera a comédia sombria The Last Viking, de Anders Thomas Jensen.
Já o lado documental inclui Ghost Elephants, de Werner Herzog, Nuestra Tierra, de Lucrecia Martel, e Megadoc, de Mike Figgis, que explora os bastidores de Megalopolis, de Francis Ford Coppola.
Ademais, Sofia Coppola também marcará presença com Marc by Sofia, documentário sobre o estilista Marc Jacobs.
Seleção Oficial – Competição
- La Grazia, de Paolo Sorrentino (Itália)
- This Wizard of the Kremlin, de Olivier Assayas (França)
- Jay Kelly, de Noah Baumbach (Estados Unidos)
- The Voice of Hind Rajab, de Kaouther Ben Hania (Tunísia)
- A House of Dynamite, de Kathryn Bigelow (Estados Unidos)
- The Sun Rises On Us All, de Cai Shangjun (China)
- Frankenstein, de Guillermo del Toro (México)
- Elisa, de Leonardo Di Costanzo (Itália)
- À Pied D’Oeuvre, de Valérie Donzelli (França)
- Silent Friend, de Ildikó Enyedi (Hungria)
- The Testament of Anne Lee, de Mona Fastvold (Noruega)
- Father Mother Sister Brother, de Jim Jarmusch (Estados Unidos)
- Bugonia, de Yorgos Lanthimos (Grécia)
- Duse, de Pietro Marcello (Itália)
- Un Film Fatto Per Bene, de Franco Maresco (Itália)
- Orphan, de László Nemes (Hungria)
- L’Étranger, de François Ozon (França)
- No Other Choice, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
- Sotto Le Nuvole, de Gianfranco Rosi (Itália)
- The Smashing Machine, de Benny Safdie (Estados Unidos)
- Girl, de Shu Qi (Taiwan)
Fora de Competição no Festival de Veneza
Ficção
- Chien 51, de Cédric Jimenez (França)
- Sermon to the Void, de Hilal Baydarov (Azerbaijão)
- L’Isola di Andrea, de Antonio Capuano (Itália)
- Il Maestro, de Andrea Di Stefano (Itália)
- After the Hunt, de Luca Guadagnino (Itália)
- Hateshinaki Scarlet, de Mamoru Hosoda (Japão)
- The Last Viking, de Anders Thomas Jensen (Dinamarca)
- In the Hand of Dante, de Julian Schnabel (Estados Unidos)
- La Valle dei Sorrisi, de Paolo Strippoli (Itália)
- Dead Man’s Wire, de Gus Van Sant (Estados Unidos)
- Orfeo, de Virgilio Villoresi (Itália)
Não-ficção
- Kabul, Between Prayers, de Aboozar Amini (Afeganistão)
- Ferdinando Scianna – Il Fotografo dell’Ombra, de Roberto Andò (Itália)
- Marc by Sofia, de Sofia Coppola (Estados Unidos)
- I Diari di Angela – Noi Due Cineasti. Capitolo Terzo, de Yervant Gianikian e Angela Ricci Lucchi (Itália)
- Ghost Elephants, de Werner Herzog (Alemanha)
- Baba Wa Al-Qadhafi (My Father and Qaddafi), de Jihan K. (Líbia)
- The Tale of Sylian, de Tamara Kotevska (Macedónia do Norte)
- Nuestra Tierra, de Lucrecia Martel (Argentina)
- Remake, de Ross McElwee (Estados Unidos)
- Kim Novak’s Vertigo, de Alexandre Philippe (Suíça)
- Cover Up, de Laura Poitras e Mark Obenhaus (Estados Unidos)
- Broken English, de Jane Pollard e Iain Forsyth (Reino Unido)
- Notes of a True Criminal, de Alexander Rodnyansky e Andriy Alferov (Ucrânia)
- Director’s Diary, de Alexandr Sokurov (Rússia)
- Hui Jia (Back Home), de Tsai Ming-liang (Taiwan)
Curtas-metragens
- Origin, de Yann Arthus-Bertrand (França)
- Boomerang Atomic, de Rachid Bouchareb (França)
- How to Shoot a Ghost, de Charlie Kaufman (Estados Unidos)
Séries
- Portobello, de Marco Bellocchio (Itália)
- Un Prophète, de Enrico Maria Artale (Itália)
- Etty, de Hagai Levi (Israel)
- Il Mostro, de Stefano Sollima (Itália)
Cinema & Música
- No. 18 Giorni, de Toni D’Angelo (Itália)
- Piero Pelù: Rumore Dentro, de Francesco Dei (Itália)
- Newport and the Great Folk Dream, de Robert Gordon (Estados Unidos)
- Francesco De Gregori: Nevergreen, de Stefano Pistolini (Itália)
Horizontes
- Mother, Teona Strugar Mitevska (Macedónia do Norte)
- Komedie Elahi (Divine Comedy), Ali Asgari (Irão)
- Hiedra, Ana Cristina Barragán (Equador)
- Il Rapimento di Arabella, Carolina Cavalli (Itália)
- Estrany Riu (Strange River), Jaume Claret Muxart (Espanha)
- Hara Watan (Lost Land), Akio Fujimoto (Japão)
- Grand Ciel, Akihiro Hata (Japão)
- Rise of Nevada, Mark Jenkin (Reino Unido)
- Late Fame, Kent Jones (Estados Unidos)
- Milk Teeth, Mihai Mincan (Roménia)
- Pin de Fartie, Alejo Moguillansky (Argentina)
- Otec (Father), Tereza Nvotová (Eslováquia)
- En El Camino, David Pablos (México)
- Songs of Forgotten Trees, Anuparna Roy (Índia)
- Un Anno di Scuola, Laura Samani (Itália)
- The Souffleur, Gastón Solnicki (Argentina)
- Barrio Triste, Stillz (Colômbia)
- Human Resource, Nawapol Thamrongrattanarit (Tailândia)
- Funeral Casino Blues, Roderick Warich (Alemanha)
Venice Spotlight
- Hijra, de Shahad Ameen (Arábia Saudita)
- Un Cabo Suelto, de Daniel Hendler (Uruguai)
- Motor City, de Potsy Ponciroli (Estados Unidos)
- Made in EU, de Stephan Komandarev (Bulgária)
- Ammazzare Stanca, de Daniele Vicari (Itália)
- La Hija de la Española, de Mariana Rondón e Marité Ugás (Venezuela/Peru)
- À Bras-Le-Corps, de Marie-Elsa Sgualdo (Suíça)
- Calle Málaga, de Maryam Touzani (Marrocos)
Homenagens e encerramento com adrenalina
Os Leões de Ouro honorários deste ano vão para Werner Herzog e Kim Novak, celebrando suas contribuições históricas ao cinema.
Além disso, o festival abre com La Grazia, de Paolo Sorrentino, protagonizado por Toni Servillo e Anna Ferzetti, e será encerrado por Dog 51, thriller de ficção científica de Cédric Jimenez.
Logo, é impossível não dizer que Veneza continua sendo o palco dos grandes encontros do cinema.
Portanto, com uma programação diversa, que vai de monstros góticos a thrillers coreanos e comédias irreverentes, o Festival de Veneza reafirma sua posição como uma das vitrines mais prestigiadas da indústria.
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